O Reprobatório
Sábado, 18 de Fevereiro de 2012
Ora aí está!
Pensar que os estímulos orçamentais resolvem o problema é voltar aos erros que nos levaram à bancarrota. Porque quando o Estado gasta (e neste momento não tem o que gastar), o que consegue é estimular o consumo, satisfeito com recurso a importações. Daí os défices insustentáveis das contas externas. Moral da história: em alturas de desnorte, como a actual, é fundamental não perder o rumo. Ou seja, não esquecer que as pequenas economias só se safam se se virarem para a procura externa. Tudo o mais é ruído. E "lobbying"...
Camilo Lourenço
in
Jornal de Negócios
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